Como eu trabalho
Como eu trabalho — e quando não me contratar
Contratar um dev freelance dá medo, e o medo é legítimo. Esta página não tenta te convencer com promessa: mostra como eu corto o risco, o que fica nas suas mãos desde o primeiro dia e em que situações eu mesmo digo para não me contratar.
A maior dúvida ao contratar um dev freelance não é preço nem técnica — é confiança: e se ele sumir, e se eu ficar refém de uma pessoa só. Eu corto esse risco com fatos: o código e as credenciais são seus desde o dia 1, uso stack que qualquer dev assume depois, e começamos pequeno com o escopo combinado antes.
Por que contratar um freelancer trava — mesmo com uma boa proposta
Eu ofereci protótipos prontos, funcionando, de graça, a vários negócios — e bati de frente com a mesma parede. Não era preço (era grátis) nem qualidade (estava no ar). Era risco: a sensação de entregar algo importante na mão de uma pessoa só.
Por trás de quase toda decisão adiada mora a mesma pergunta silenciosa: "e se ele sumir no meio?". Some o medo de ficar refém de alguém, de não ter acesso ao próprio sistema, de já ter se queimado antes com agência ou freela. São medos justos.
O que dá para fazer é cortar esse risco na raiz — com a forma como eu trabalho, não com a promessa de que sou diferente. Foi dessa parede que nasceu o Vitriny, e é dela que trata esta página.
Como eu corto o risco
Código e credenciais são seus
Código-fonte, servidor, banco e contas no seu nome desde o dia 1. Você é dono do sistema, não inquilino — e em projetos maiores isso fica por escrito.
Stack padrão, sem amarra
PHP, MySQL e JavaScript — tecnologia que qualquer dev do mercado assume depois. Você não fica refém de mim nem de um framework exótico.
Comece pequeno
A gente valida um pedaço de maior retorno antes de escalar. Você vê valor cedo e decide o próximo passo olhando resultado, não promessa.
Escopo combinado antes
Preço e entregas acordados antes de qualquer código. Um pedido novo no meio vira um novo combinado, com número na mão — sem surpresa na fatura.
Quem já trabalhou comigo
Não vou te pedir para acreditar na minha palavra. Estas são pessoas com quem trabalhei e que topam responder por mim — e, além dos projetos próprios, presto serviço de TI (como PJ) para o time do Grupo Novo Tempo RH, numa relação contínua, não um trabalho que começou e sumiu.
Quando NÃO me contratar
Confiança também é dizer não na hora certa. Há casos em que eu seria a escolha errada — e prefiro falar agora, não depois de você gastar:
- Você precisa de um time grande para ontem. Sou um desenvolvedor só. Em pico de demanda, com várias frentes em paralelo, eu entrego mais devagar que uma agência de cinco pessoas — se o prazo é esse, uma agência serve melhor.
- O projeto é de infraestrutura de larga escala. Sistemas de altíssimo volume, com arquitetura de nuvem dedicada e time de plantão, não são o meu forte. Prefiro te dizer isso a aceitar e entregar mal.
- Você precisa de suporte 24/7. Não cubro plantão ininterrupto. Dou manutenção e acompanho a entrega, mas operação crítica 24 horas pede uma estrutura que um profissional só não sustenta.
- O seu processo ainda não está definido. Se ninguém consegue explicar como o fluxo funciona hoje, construir software em cima disso é cimentar a bagunça. Primeiro a gente organiza no papel — às vezes nem precisa de sistema.
- Existe uma ferramenta de prateleira que resolve igual. Para o que é padrão — nota fiscal, folha, contabilidade — comprar pronto ou usar um no-code é mais rápido e barato. Eu te aponto a ferramenta e fico fora.
Perguntas frequentes
E se você sumir no meio do projeto?
Eu entrego em pedaços, não num bloco só no fim. Cada parte vai para o ar funcionando, no seu servidor e na sua conta, com a documentação de como mexer. Se eu desaparecesse amanhã, você ficaria com o que já está rodando e com um sistema que outro desenvolvedor consegue continuar — porque o código é seu e está documentado, não preso comigo. Em projetos maiores, isso fica por escrito no contrato.
Vou ficar dependente de uma pessoa só?
Esse é o medo certo de se ter — e eu trabalho para que a resposta seja não. Não uso framework exótico: PHP, MySQL e JavaScript, o que qualquer desenvolvedor do mercado pega e continua. Entrego com um README de handover. Você não fica preso a mim; fica dono de um sistema que o mercado inteiro sabe manter.
O código e as credenciais vão ser meus mesmo?
Seus, integralmente, desde o dia 1: código-fonte, servidor, banco, domínio e contas no seu nome. Você não precisa da minha autorização para evoluir com outro dev ou trocar de fornecedor. Em serviços maiores eu formalizo isso em contrato, junto com o escopo.
Já me queimei com agência/freela antes. Como sei que dessa vez é diferente?
Por duas coisas verificáveis, não pela minha palavra. Primeiro, competência: tem mais de 15 aplicativos reais publicados e ferramentas gratuitas no ar agora (como o PolicyForge e o VulnGuard). Segundo, continuidade com gente de verdade: presto serviço de TI, como PJ, para o time do Grupo Novo Tempo RH numa relação contínua — e há pessoas com quem trabalhei que topam responder por mim (estão logo acima). E, na prática, a entrega em pedaços faz você nunca ficar refém de uma única entrega lá no fim.
Você é um desenvolvedor só — não é mais arriscado que uma agência?
O risco real de contratar uma pessoa é continuidade, e eu não varro isso para baixo do tapete: o que te protege não é eu prometer que não sumo, é o código e as credenciais serem seus e em stack que qualquer dev assume — no pior caso, você não para. Em troca, sendo um só você fala direto com quem constrói, sem telefone sem fio nem custo de estrutura no preço. Para entregas que exigem um time grande em paralelo, eu mesmo recomendo uma agência.
Sistema sob medida é caro. Vale a pena, ou compro pronto?
Muitas vezes o pronto resolve — e eu te aponto o pronto quando for o caso, em vez de te vender projeto. Quando sob medida compensa, a gente não aposta tudo de uma vez: começa pequeno, valida um pedaço de retorno rápido, com escopo e orçamento combinados antes de qualquer código. Se no meio você quiser algo a mais, isso é um novo combinado — com preço acordado antes, nunca uma surpresa na fatura.
Como começa?
Com uma conversa de diagnóstico, sem custo: você me mostra o problema e eu digo o que vale construir, o que vale comprar pronto e o retorno esperado — inclusive quando a resposta honesta é "não precisa de sistema agora". Se fizer sentido avançar, você recebe um orçamento fechado antes de qualquer trabalho.
Vamos conversar sobre o seu risco antes do seu projeto?
Me conta o que te trava — o medo de ficar na mão, de perder o controle, de gastar à toa. O diagnóstico é gratuito e, em poucos minutos, você sai sabendo se vale construir, se um pronto resolve ou se o melhor passo é nem fazer agora.
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